domingo, 30 de maio de 2010

Escola faz tecnologia faz escola

Escola faz tecnologia faz escola
Alberto Tornaghi


A série "Escola faz tecnologia faz escola..." traz para debate o diálogo entre tecnologia e escola. Poderia este diálogo contribuir para modificar a escola? Seriam estas as mudanças que nós, educadores, pretendemos e desejamos? Ou será que somos obrigados a mudanças indesejadas?

E a tecnologia, ela muda quando "vai à escola"? De que forma a escola, com seus alunos, seus professores, suas necessidades e sua história podem mudar a tecnologia? O que é preciso para isso? Que ações, que reflexões, que práticas, que alianças são necessárias para que tenhamos a tecnologia formada e conformada de acordo com anseios, possibilidades e potencialidades dos outros freqüentadores da escola?

Esta série é mais um canal que se abre para discussões sobre estes aspectos. O que se busca é contribuir para forjar a escola que produz a sua realidade, que contribui para a construção de soluções próprias para as questões que se apresentam. Nesta série, a questão central que se apresenta é a tecnologia como parceira nas ações educativas. Melhor dizendo, as tecnologias, todas elas: dos livros à TV, da Internet ao giz e ao quadro, queremos aprofundar o debate sobre como podem ser úteis aos nossos propósitos e como mudam tanto os objetivos como os meios para atingi-los.

Assumimos como fato que, mais dia menos dia, cada um destes elementos estará presente nas escolas, em cada escola. Já não cabe discutir se devem ou não estar na escola mas sim como devem estar na escola. Cabe também debater como a escola deve recebê-los, como pode se modificar em função das novas possibilidades.

Os livros trazem informação cristalizada, o que está neles até parece verdade, mas nem sempre é. Quem faz do livro algo vivo, que transcende o que ali está posto em suas tintas, é o leitor que o modifica ao ler com olhos próprios, permeado por sua cultura, sua vida, seu universo social. Lendo livros, vários livros, indo de uma referência a outra, discutindo com outros leitores, o leitor, cada leitor, faz do livro algo muito maior do que suas dezenas ou centenas de páginas. A riqueza de um livro não está no número de páginas que ele traz mas a quantas outras nos remete; não está só nas informações que contém, mas nas outras leituras que nos leva a fazer. O que faz de um livro uma "Obra Aberta" é quem o abre, o lê, o relê, concorda e discorda dele.

Webquest


A webquest é uma metodologia de pesquisa orientada da web, em que quase todos os recursos utilizados são provenientes da mesma.
Para desenvolver uma webquest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da web.
Uma webquest tem a seguinte estrutura: Introdução, Tarefa, Processo, Recursos, Avaliação e Conclusão.
No Brasil há diversas experiências sobre o trabalho de webquests, publicado no site da Escola do Futuro, Colégio SAA, Colégio Dante Alighieri, Mackenzie, SENAC, Escola BR e Colégio Marista de Maceió.
Para saber mais sobre webquest visite o site do SENAC que explica todos os passos e detalhes sobre a webquest.

WEBQUEST - você sabe o que é ?

WEBQUEST é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa.
Dodge a define assim:

"Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."

Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos.
A webquest sempre parte de um tema e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor.
Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web.

sábado, 29 de maio de 2010

A Utilidade da Internet

Desde que o mercado para os canais fechados cresceu, ficou claro que a TV aberta precisava de uma repaginada na programação e na linguagem para atrair o público. Porém, isso não ocorreu. E agora com a internet cada vez mais forte, a televisão está em estado de emergência, assim como o impresso e o rádio.
A internet sai na frente por reunir esses três veículos de comunicação e estar acessível a qualquer horário. E o principal: na web o receptor possui voz, ele pode interagir com o emissor, comentar a mensagem. Além de tudo isso, a internet tem forte assiduidade por conta de redes de relacionamento como o Orkut, Facebook e MySpace que funcionam para troca de mensagens com pessoas que vc já conhece e com outras, de qualquer lugar do mundo. MSN e Skype também aparecem nessa lista como uma maneira econômica de conversar com os parentes e amigos, comparado ao telefone.
Recentemente, o Twitter, rede social que já atua há alguns anos na internet, tem alcançado maior visibilidade. Apesar de ser tratado por muitos como um microblog, o Twitter pode ser uma fonte relevante de informações, já que estão presentes na rede muitos jornalistas, escritores, perfis de revistas, jornais e rádios.
Um dos exemplos mais atuais dessa interatividade online é a Lei Ficha Limpa. Através de um blog, a lei conseguiu mais de duas milhões de assinaturas virtuais e agora chega até o Congresso, e os criadores do blog começam um novo dilema: os deputados estão tentando alterar a Lei. Mas eles não desistem e seguem com a sua maior arma: os emails.
Na internet tem espaço pra tudo, infelizmente, nem tudo é importante como a Lei Ficha Limpa. Mas na web você pode filtrar, escolher o que quer ver, e esse é o maior atrativo da internet.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Design de Interação


Design de interação é uma área do design especializada no projeto de artefatos interativos, como websites, PDAs, jogos eletrônicos e softwares. O foco do Design de Interação são as relações humanas tecidas através dos artefatos interativos, que funcionam também como meios de comunicação interpessoal.

A fonte para saber mais do assunto é:
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dominio_design_interacao.gif&imgrefurl=http://usabilidoido.com.br/o_dominio_do_design_de_interacao.html&usg=__kkftD7OPzn7b5jhb1m1U7yDoEQc=&h=449&w=462&sz=15&hl=pt-PT&start=1&itbs=1&tbnid=OEX7vV6rsjMuYM:&tbnh=124&tbnw=128&prev=/images%3Fq%3Ddesign%2Bde%2Bintera%25C3%25A7%25C3%25A3o%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_de_intera%C3%A7%C3%A3o

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Estratégias para uma melhor interação

Para que haja uma melhor interação e colaboração entre os participantes de comunidades virtuais ou de ferramentas tecnológicas, é necessário que se estabeleçam algumas estratégias como:
→Combinar com o tutor/professor quantas vezes por semana ele irá acessar o fórum, para manter-se bem informado;
→Apresentar normas de como os participantes devem se portar no ambiente;
→Arquivar os fóruns, para posterior leitura e melhor entendimento tendo mais tempo para refletir sobre as escritas;
→As discussões devem ser bem desenvolvidas e moderadas;
→Possibilitar um tempo para que os participantes possam refletir sobre as questões abordadas antes de postar novas mensagens;
→Proporcionar aos participantes diálogos com especialistas nas áreas estudadas;
→Promover fóruns, chats, wiki e blog, visando debates sobre diversos assuntos, buscando a interação sobre diferentes pontos de vista aumentando as discussões;
→ Criação de fóruns para falar sobre questões administrativas;
→Dividir os participantes de um chat, por exemplo, em pequenos grupos para que consigam interagir de forma significativa, pois quando há muitas pessoas, as vezes a comunicação fica difícil ;
→Disponibilizar um fórum social, para que os participantes possam conhecer-se ‘melhor’, sabem um pouco mais sobre o outro que conheço virtualmente, afinal somos seres humanos e precisamos de um contato mais próximo.
Acredito que seguindo as estratégias destacadas, os participantes poderão interagir e colaborar de forma mais ampla e significativa, aumentando e potencializando a construção do seu conhecimento, pois este é responsável pela sua aprendizagem, portanto e cabe a eles interagir nos AVA e perceber que passou de um nível menor de aprendizagem para um nível maior, o crescimento dependerá do seu interesse e disponibilidade, pois os conteúdos são disponibilizados e mediados por professores qualificados para trabalhar em cursos a distância.

Eliza Dall’ Agnese Pires – Pólo Três de Maio

segunda-feira, 24 de maio de 2010

video no You tube

Acessem ao video no You Tube, ele fala sobre a nova geração 2.0, faz com que reflitamos sobre o perfil de nossos alunos.
Espero que gostem!

http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg&eurl=http%3A%2F%2Ftdeduc%2Ezip%2Enet%2F

foto sobre tecnologias

Este é um fragmento do artigo de Marcos Silva, Sociologo e Doutor em Educação, que discute sobre a sala de aula interativa.Disponivel do site:  http://www.senac.br/BTS/272/boltec272e.htm

TECNOLOGIA EDUCACIONAL

Sala de Aula Interativa: A Educação Presencial e a Distância em Sintonia com a Era Digital e com a Cidadania1

 
Marco Silva - é Sociólogo, doutor em educação, professor da UERJ e da UNESA.
E-mail: marco@msm.com.br.
(...)
Sala de aula interativa
Vem do iluminismo a crença na escola como lugar destinado a formar cidadãos esclarecidos, senhores do seu próprio destino. Entretanto, a sala de aula convive tradicionalmente com um impedimento de base ao seu propósito primordial de educar para a cidadania. Ela não contempla a participação do aluno na construção do conhecimento e da própria comunicação. O grande discurso moderno centrado na educação escolar sempre conviveu com esse impedimento: o peso de uma tradição bem formulada por Pierre Lévy quando diz que: "a escola é uma instituição que há cinco mil anos se baseia no falar-ditar do mestre".

Paulo Freire faz críticas à pedagogia da transmissão como sendo o modelo mais identificado como prática de ensino e menos habilitado a educar. Cito algumas: "O professor ainda é um ser superior que ensina a ignorantes. Isto forma uma consciência bancária [sedentária, passiva]. O educando recebe passivamente os conhecimentos, tornando-se um depósito do educador. Educa-se para arquivar o que se deposita."; "Quem apenas fala e jamais ouve; quem ‘imobiliza’ o conhecimento e o transfere a estudantes, não importa se de escolas primárias ou universitárias; quem ouve o eco, apenas de suas próprias palavras, numa espécie de narcisismo oral; (...) não tem realmente nada que ver com libertação nem democracia."; "Ensinar não é a simples transmissão do conhecimento em torno do objeto ou do conteúdo. Transmissão que se faz muito mais através da pura descrição do conceito do objeto a ser mecanicamente memorizado pelos alunos."
Freire não desenvolveu uma teoria da comunicação que dê conta de sua crítica à transmissão. No entanto, deixou seu legado que garante ao conceito de interatividade a exigência da participação daquele que deixa o lugar da recepção para experimentar a co-criação.

A sala de aula presencial e à distância segue os três fundamentos citados anteriormente. Entretanto, é preciso considerar que a distinção "presencial" e "à distância" será cada vez menos pertinente quanto mais se popularizarem as tecnologias digitais. As duas modalidades coexistirão: o uso da web, dos suportes multimídia e a sala de aula tradicional com professor e alunos frente a frente. O aluno terá a aula na escola, na universidade, e terá também o site da disciplina com exercícios e novas proposições configurando a sala de aula virtual. Porém é certo que esteja apenas iniciando a proliferação do "ensino exclusivamente a distância", via Internet.
Para promover a sala de aula interativa o professor precisa desenvolver pelo menos cinco habilidades, entre outras:

 
- Pressupor a participação-intervenção dos alunos, sabendo que participar é muito mais que responder "sim" ou "não", é muito mais que escolher uma opção dada; participar é atuar na construção do conhecimento e da comunicação;

- Garantir a bidirecionalidade da emissão e recepção, sabendo que a comunicação e a aprendizagem são produzidas pela ação conjunta do professor e dos alunos;

- Disponibilizar múltiplas redes articulatórias, sabendo que não se propõe uma mensagem fechada, ao contrário, se oferece informações em redes de conexões, permitindo ao receptor ampla liberdade de associações, de significações;

- Engendrar a cooperação, sabendo que a comunicação e o conhecimento se constroem entre alunos e professor como co-criação e não no trabalho solitário;

- Suscitar a expressão e a confrontação das subjetividades, sabendo que a fala livre e plural supõe lidar com as diferenças na construção da tolerância e da democracia.
Estas são habilidades necessárias para o professor aproveitar ao máximo o potencial das novas tecnologias em sala de aula. Contudo, não se destinam somente à sala de aula "inforrica". Pois, uma vez que interatividade é conceito de comunicação e não de informática, tais habilidades são necessárias também para o professor que quer modificar sua postura comunicacional na sala "infopobre".
Ambos podem aprender com o parangolé e com o computador. Quanto a este último, é preciso ter claro que ele vem potenciar e não substituir o trabalho docente; é preciso saber operá-lo para não subutilizar sua natureza interativa, hipertextual. Isso supõe conhecimento razoável da histórica passagem dos velhos computadores movidos por complicadas linguagens de acesso alfanuméricas para as máquinas atuais, onde se clica e abrem-se janelas múltiplas, móveis, em rede, permitindo ao usuário adentramento e manipulação fáceis. Supõe conhecimento razoável da arquitetura hipertextual do computador que permite ao usuário fazer links ou transitar aleatoriamente por fotos, sons, filmes, textos, gráficos, etc, e ainda interferir em conteúdos.
O hipertexto é o novo paradigma tecnológico que liberta o usuário da lógica unívoca da mídia de massa. Ele democratiza a relação do usuário com a informação gerando um ambiente conversacional que não se limita à lógica da distribuição. Em suma, o hipertexto é essencialmente um sistema interativo materializado no chip, permitindo complexidade na informação e na comunicação. Conhecer e experimentar essa nova dimensão da técnica resulta em habilidades necessárias para que o professor aproveite ao máximo o potencial do computador e da Internet em sala de aula.
Seja infopobre ou inforrica, a sala de aula interativa supõe que o professor se dê conta do hipertexto. Aqui ele pode contar com três sugestões apresentadas por Martín-Barbero, um crítico da utilização das velhas e novas tecnologias na educação.

 
O professor terá que se dar conta do hipertexto: o modelo não-seqüencial, a montagem de conexões em rede que permite e exige uma multiplicidade de recorrências entendidas como diálogo e participação.

O professor terá que saber que, em lugar de substituir, o hipertexto vem potenciar a sua autoria. De mero transmissor de lições-padrão, ele deverá converter-se em formulador de interrogações, coordenador de equipes de trabalhos, sistematizador de experiências.

O professor deverá saber que não se trata de endeusar o hipertexto que traz uma mudança nos protocolos e processos de leitura, mas colocá-lo em interação com o modelo tradicional. Afinal, o livro de papel, em seu modelo linear, seqüencial, não pode ser invalidado. Não se trata de substituir um modo de ler por outro.

Assim, a interatividade e o hipertexto convidam o professor a considerar a necessidade de modificar a comunicação centrada na emissão do professor contador de história, inspirando-se para isso no designer de software.
O professor contador de história é aquele que centra a comunicação no seu falar-ditar, disparando lições-padrão. É o emissor que atrai o receptor para seu universo mental, para seu imaginário, para sua récita.
O designer de software constrói uma rede e não uma rota. Ele define territórios abertos à exploração e conteúdos predispostos a interferências e modificações. Mas é preciso tomar cuidado! Não se trata de comparar o profissional transtemporal, historicamente comprometido com a educação do sujeito e da sociedade, com o jovem profissional informata gerado pelo espírito do nosso tempo.

 
O professor contador de história terá dificuldade de lidar e aprender com o hipertexto e com as tecnologias digitais.

 
Para ele, o computador não passa de uma máquina de escrever. Terá dificuldade de lidar com seus alunos, pois está alheio ao novo espectador, menos passivo perante a mensagem fechada à sua intervenção. Aquele, repito, que aprendeu com o controle remoto da TV, com o joystick do video game e agora aprende como o mouse. Aquele que migra da tela estática da TV para a tela do computador conectado à Internet é mais consciente das tentativas de programá-lo e é mais capaz de esquivar-se delas, evita acompanhar argumentos lineares que não permitem a sua interferência, e lida facilmente com o hipertexto, com o digital que define sua experiência comunicacional: interferir, modificar, produzir, partilhar. Essa atitude menos passiva diante da mensagem é sua exigência de uma nova sala de aula, de uma nova postura comunicacional do professor.

Para o novo espectador ou "geração net" a sala de aula centrada na transmissão estará cada vez mais chata. Os alunos estarão cada vez mais desinteressados no modelo baseado na lição-padrão, no falar-ditar do mestre. Aliás, as últimas conclusões do Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica do MEC) confirmam essa grave tendência que não se restringe ao ensino básico, pois está também enraizada no ensino médio e superior. Essa constatação faz o ministro da educação vir a público para falar do "efeito chatice" e aventar suas causas:
A prevalência do modelo tradicional de ensino: o professor se sente o todo-poderoso, repete conceitos e não sabe interagir com os alunos; os conteúdos estão distantes da realidade e devem ser decorados e cobrados em provas;

2. A oferta atual de informação e conhecimento é cada vez maior e melhor fora da sala de aula, graças aos novos recursos tecnológicos, em especial à Internet e à multimídia interativa.
Esse quadro se agrava ampliando a defasagem da escola e da universidade na "era digital". Enquanto isso, empresários e gestores do setor educacional estão cada vez mais compelidos ao investimento em novas tecnologias informáticas aplicáveis em suas instituições, porém pouco atentos à necessidade de modificar a sala de aula centrada na pedagogia da transmissão. Eles freqüentam feiras de educação e informática à procura de soluções para situações bem concretas. Exemplos:

 
1. Melhorar a performance dos processos de gestão minimizando custos;
2. Capacitar professores e funcionários de modo a otimizar os trabalhos de administração e de ensino-aprendizagem;
3. Preparar as novas gerações para exigências atuais e futuras do mercado de trabalho, onde o principal valor é a capacidade de aprender, de comunicar e de criar utilizando tecnologias digitais;
4. Implementar o "ensino a distância" como extensão inevitável da sala de aula "presencial" e como mais uma opção de negócio.

 
No entanto, as soluções encontradas especificamente para o redimensionamento urgente e inevitável da sala de aula e da aprendizagem nem sempre significam salto qualitativo em educação. As salas podem ganhar equipamentos de realidade virtual e carteiras equipadas com monitores que mostram o conteúdo apresentado pelo professor; o aluno pode gravar o conteúdo em disquete e, caso tenha faltado à aula, acessar o site da disciplina onde estão disponibilizados os conteúdos dados e os exercícios propostos; pode, ainda, via e-mail, tirar dúvidas e receber orientações do professor. Ainda assim, prevalecem a transmissão e a lógica da distribuição próprias da sala de aula tradicional e da mídia de massa.
Então, é preciso enfatizar: o essencial não é a tecnologia, mas um novo estilo de pedagogia sustentado por uma modalidade comunicacional que supõe interatividade, isto é, participação, cooperação, bidirecionalidade e multiplicidade de conexões entre informações e atores envolvidos. Mais do que nunca, o professor está desafiado a modificar sua comunicação em sala de aula e na educação. Isso significa modificar sua autoria enquanto docente e inventar um novo modelo de educação. Como diz Edgar Morin, "hoje, é preciso inventar um novo modelo de educação, já que estamos numa época que favorece a oportunidade de disseminar um outro modo de pensamento". A época é essa!: a era digital, a sociedade em rede, a sociedade de informação, a cibercultura.

domingo, 23 de maio de 2010

http://www.colmagno.com.br/quemconta/Historias/Flauta_Magica/mapa/ciencias/cdrom29.jpgA tecnologia nas escolas auxilia na educação, promovendo a inclusão social e digital, facilitando a interação com as aulas, melhorando e garantindo a qualidade, produtividade do conhecimento.

sábado, 22 de maio de 2010

Novas tecnologais na educação



Achei muito interessante este vídeo, onde relata a experiência de uma escola com o uso da tecnologia no processo ensino -aprendizagem.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Para descontrair!!! Olha essa interação???!!!!???!!!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Interação

Chat

Chat é um espaço onde os usuários conversam em tempo real, os temas são variados e a interação é imediata. A possibilidade de compartilhar no contexto virtual é importante, pois na troca de experiências, reflexões e sentimentos entre os alunos que se fortalece o trabalho coletivo e colaborativo.
As interações acontecem de forma diversificada potencializando a construção da rede humana de aprendizagem. Essa ferramenta favorece os participantes de tirar suas dúvidas, questionamento, posicionamento, discutir questões e interagir entre colegas. O professor possui habilidades necessárias para desenvolver e transformar seu chat numa sala atrativa e produtiva.
As desvantagens de um chat podem ser caracterizadas pela falta de domínio da ferramenta, é preciso que haja formação e entendimento da estrutura. Quando ocorrem problemas no uso do chat devemos usar outras ferramentas como e-mail, fórum, blogs, conferências e outros materiais didáticos. O professor deve achar alguma estratégia diferente para que os alunos consigam interagir com seus colegas.

Interação

Hoje uma das formas de interação é o diálogo, pois ela estimula o educando a interagir e se comunicar com outros participantes. Paulo Freire diz que um sujeito não aprende sozinho, mas pode existir algo cooperativo em relação ao outro, onde esses sujeitos podem dialogar na busca de um novo conhecer, fortalecendo as trocas que ocorrem.
Os professores poderão criar na sala de aula contexto de ensino aprendizagem baseados em aulas investigativas, narrativas e escrita, aulas com projetos, aulas que possam utilizar todas as ferramentas tecnológicas ao seu meio para que os alunos possam transformar a informação, mídias e outros conhecimentos para ser utilizado no contexto escolar. A mediação do professor desempenha um papel determinante à medida que ele cria situações desafiantes que possibilitam aos alunos a buscar novos caminhos, a reavaliação de suas estratégias e objetivos, envolvendo-se cada vez mais no processo de construção do conhecimento.
Os diálogos entre as pessoas devem gerar conhecimento para que todas essas pessoas estejam envolvidas neste diálogo, pois a comunicação dá sentido a vida das pessoas.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Estratégias de interação e colaboração no AVA

A aprendiagem colaborativa assistida por computador pode ser definida como uma estratégia educativa em que duas ou mais pessoas constróem seus conhecimentos através da discussão, e onde os recursos da informática atuam (entre outros...) como mediadores do ensino - aprendizagem (Núcleo Minerva 2000).
Dessa maneira, o uso da tecnologia é mais uma estratégia para a aprendiagem capaz de proporcionar um suporte de comunicação entre indivíduos e grupos, onde ela oferece algumas ferramentas a serem utilizadas como o Fórum de Discussões e os Chats de bate papo disponíveis em um Ambiente de Aprendizagem.
Através dessas ferramentas de interação e de discussões, certamente surge uma nova comunidade de aprendizagem constituída por pessoas com características e interesses em comum, onde os participantes compartilham e trocam ideias em busca de novos conhecimentos.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Esse artigo é bem legal!!!

Ele complementa a fala do colega Jonemar!!!
O Título é:
O professor e a tecnologia digital na sua prática educativa

Está ai o Link:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:05DjQwi-w64J:www.pgie.ufrgs.br/alunos_espie/espie/luciana/public_html/mara.doc+alunos+e+professores+e+as+novas+tecnologias&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=br

sábado, 15 de maio de 2010

Interação mediada pelo computador

Este novo ambiente de aprendizagem favorece a reflexão e a reformulação das metodologias de ensino na educação, pois o ambiente torna-se propício ao resgate de uma postura mais ativa e menos passiva dos alunos. Dessa forma, o professor deixa de ser o centro do processo (conhecedor de todo o conhecimento) e passa a ocupar o lugar de mediador das atividades de aprendizagem. O estudo adquire maior flexibilidade, podendo ser realizado de acordo com sua disponibilidade e no local mais adequado. No entanto, é importante ressaltar que, a tecnologia é apenas um instrumento para facilitar a aprendizagem. Isto é, a tecnologia não resolverá todos os problemas educacionais, mas pode ser de grande ajuda, se usada adequadamente.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Educação Interativa



O presente vídeo nos leva a reflexão sobre as mídias interativas e como estas podem potencializar a educação.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Interatividade


Querem ver o cúmulo da interação homem x máquina?

Weblogs, webrings e Comunidades Virtuais

Resumo do Artigo de Raquel da Cunha Recuero ( Mestre em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
A partir dos últimos dois anos, os blogs constituiram-se o grande "boom" da Internet. Estima-se que o número total de blogs, atualmente gire em cima de meio milhão, de acordo com a revista Wired. Os weblogs inicialmente eram filtros do conteúdo na Internet, eram praticamente baseados em links e dicas de websites, bem como comentários funcionando também como Publicação Eletrônica.
O weblog surgiu como uma ferramenta simples de criar conteúdo dinâmico em um website. É baseado principalmente em dois aspectos: microconteúdo e atualizações frequêntes. Os weblogs são geradores de conteúdo pessoal.
Existem, principalmente, duas grandes categorias de weblogs cujas características dos posts eram facilmente distinguíveis e uma terceira, referente ao hibrido das categorias anteriores. São essas:
A) Diários eletrônicos - são weblogs atualizados com pensamentos, fatos e ocorrências da vida pessoal de cada indivíduo, como diários.
B) Públicações eletrônicas - são weblogs que se destinam à informação. Trazem, como revistas eletrônicas, notícias, dicas e comentários sobre determinado assunto.
C) Públicações mistas - são aquelas que efetivamente misturam posts pessoais e informativos.
As comunidades virtuais são um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais, que permanecem um tempo suficiente para que elas possam constituir um corpo organizado, atravéz da comunicação mediada por computador e associada a um virtual settlement que é um "lugar" no ciberespaço ao qual associa-se uma comunidade virtual.
Os weblogs podem ser compreendidos como representações espaciais do self, lugares demarcados no ciberespaço onde o bloggeiro "está". Os blogs que ele costuma acessar são vistos como "vizinhos" e linkados, muitas vezes, assim.
Os weblogs podem funcionar também como elementos de representação do "eu" de cada um, e como "janelas" para que outras possam "conhecer" o indivíduo, permitindo que a interação aconteça entre pessoas, ele publica o "eu" diário e reconstruído do indivíduo. Ele traz a reconfiguração da identidade particular de cada um todos os dias.
Este artigo foi escolhido, por exatamente trazer informações sobre blogs.
Luciana C. J. Smolski

Super essa imagem!!!!

Pessoal olha que máximo essa imagem, quanta interação!!!!

sábado, 8 de maio de 2010

Interação Mediada por Computador

Blog Eduacional: Ambiente de interação escrita e colaborativa

Nos dias de hoje, onde estamos convivendo em uma sociedade recheada de tecnologia onde se inventa a cada dia que realmente é dificil acompanhar todas as possibilidades de trabalho que se abre para um professor. Recentemente, surgiu o blog, que trata-se de um site cujo o dono usa para fazer registros diários que posem ser comentados por pessoas ou grupos específicos que utilizam a internet. Em comparação com um site comum, oferece muito mais possibilidade de interação, pois cada texto publicado pode ser comentado.
Comparando-se com um fórum, a discussão, no blog fica mais centrada nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com frequência para serem comentados. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar e uma nova maneira para se comunicar com seus alunos, poios nesse espaço "pensou e escreveu" e depois os outros comentam. Rapidamente o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores tornando dessa forma um excelente canal de comunicação. E assim, estamos todos conectados: professor, colegas, alunos e mundo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Boas Vindas...

Olá pessoal, sejam bem-vindos ao blog da disciplina Interação Mediada por Computador.

Esperamos que a gama de informações disponibilizadas e discutidas ao longo destas tês semanas, neste blog, sejam significativas e possam ser transformadas em conhecimento. Desejamos um bom diálogo para todos!

Giliane e Tarcila