domingo, 30 de maio de 2010

Escola faz tecnologia faz escola

Escola faz tecnologia faz escola
Alberto Tornaghi


A série "Escola faz tecnologia faz escola..." traz para debate o diálogo entre tecnologia e escola. Poderia este diálogo contribuir para modificar a escola? Seriam estas as mudanças que nós, educadores, pretendemos e desejamos? Ou será que somos obrigados a mudanças indesejadas?

E a tecnologia, ela muda quando "vai à escola"? De que forma a escola, com seus alunos, seus professores, suas necessidades e sua história podem mudar a tecnologia? O que é preciso para isso? Que ações, que reflexões, que práticas, que alianças são necessárias para que tenhamos a tecnologia formada e conformada de acordo com anseios, possibilidades e potencialidades dos outros freqüentadores da escola?

Esta série é mais um canal que se abre para discussões sobre estes aspectos. O que se busca é contribuir para forjar a escola que produz a sua realidade, que contribui para a construção de soluções próprias para as questões que se apresentam. Nesta série, a questão central que se apresenta é a tecnologia como parceira nas ações educativas. Melhor dizendo, as tecnologias, todas elas: dos livros à TV, da Internet ao giz e ao quadro, queremos aprofundar o debate sobre como podem ser úteis aos nossos propósitos e como mudam tanto os objetivos como os meios para atingi-los.

Assumimos como fato que, mais dia menos dia, cada um destes elementos estará presente nas escolas, em cada escola. Já não cabe discutir se devem ou não estar na escola mas sim como devem estar na escola. Cabe também debater como a escola deve recebê-los, como pode se modificar em função das novas possibilidades.

Os livros trazem informação cristalizada, o que está neles até parece verdade, mas nem sempre é. Quem faz do livro algo vivo, que transcende o que ali está posto em suas tintas, é o leitor que o modifica ao ler com olhos próprios, permeado por sua cultura, sua vida, seu universo social. Lendo livros, vários livros, indo de uma referência a outra, discutindo com outros leitores, o leitor, cada leitor, faz do livro algo muito maior do que suas dezenas ou centenas de páginas. A riqueza de um livro não está no número de páginas que ele traz mas a quantas outras nos remete; não está só nas informações que contém, mas nas outras leituras que nos leva a fazer. O que faz de um livro uma "Obra Aberta" é quem o abre, o lê, o relê, concorda e discorda dele.

Webquest


A webquest é uma metodologia de pesquisa orientada da web, em que quase todos os recursos utilizados são provenientes da mesma.
Para desenvolver uma webquest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da web.
Uma webquest tem a seguinte estrutura: Introdução, Tarefa, Processo, Recursos, Avaliação e Conclusão.
No Brasil há diversas experiências sobre o trabalho de webquests, publicado no site da Escola do Futuro, Colégio SAA, Colégio Dante Alighieri, Mackenzie, SENAC, Escola BR e Colégio Marista de Maceió.
Para saber mais sobre webquest visite o site do SENAC que explica todos os passos e detalhes sobre a webquest.

WEBQUEST - você sabe o que é ?

WEBQUEST é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa.
Dodge a define assim:

"Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."

Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos.
A webquest sempre parte de um tema e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor.
Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web.

sábado, 29 de maio de 2010

A Utilidade da Internet

Desde que o mercado para os canais fechados cresceu, ficou claro que a TV aberta precisava de uma repaginada na programação e na linguagem para atrair o público. Porém, isso não ocorreu. E agora com a internet cada vez mais forte, a televisão está em estado de emergência, assim como o impresso e o rádio.
A internet sai na frente por reunir esses três veículos de comunicação e estar acessível a qualquer horário. E o principal: na web o receptor possui voz, ele pode interagir com o emissor, comentar a mensagem. Além de tudo isso, a internet tem forte assiduidade por conta de redes de relacionamento como o Orkut, Facebook e MySpace que funcionam para troca de mensagens com pessoas que vc já conhece e com outras, de qualquer lugar do mundo. MSN e Skype também aparecem nessa lista como uma maneira econômica de conversar com os parentes e amigos, comparado ao telefone.
Recentemente, o Twitter, rede social que já atua há alguns anos na internet, tem alcançado maior visibilidade. Apesar de ser tratado por muitos como um microblog, o Twitter pode ser uma fonte relevante de informações, já que estão presentes na rede muitos jornalistas, escritores, perfis de revistas, jornais e rádios.
Um dos exemplos mais atuais dessa interatividade online é a Lei Ficha Limpa. Através de um blog, a lei conseguiu mais de duas milhões de assinaturas virtuais e agora chega até o Congresso, e os criadores do blog começam um novo dilema: os deputados estão tentando alterar a Lei. Mas eles não desistem e seguem com a sua maior arma: os emails.
Na internet tem espaço pra tudo, infelizmente, nem tudo é importante como a Lei Ficha Limpa. Mas na web você pode filtrar, escolher o que quer ver, e esse é o maior atrativo da internet.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Design de Interação


Design de interação é uma área do design especializada no projeto de artefatos interativos, como websites, PDAs, jogos eletrônicos e softwares. O foco do Design de Interação são as relações humanas tecidas através dos artefatos interativos, que funcionam também como meios de comunicação interpessoal.

A fonte para saber mais do assunto é:
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.usabilidoido.com.br/imagens/dominio_design_interacao.gif&imgrefurl=http://usabilidoido.com.br/o_dominio_do_design_de_interacao.html&usg=__kkftD7OPzn7b5jhb1m1U7yDoEQc=&h=449&w=462&sz=15&hl=pt-PT&start=1&itbs=1&tbnid=OEX7vV6rsjMuYM:&tbnh=124&tbnw=128&prev=/images%3Fq%3Ddesign%2Bde%2Bintera%25C3%25A7%25C3%25A3o%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DG%26gbv%3D2%26tbs%3Disch:1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_de_intera%C3%A7%C3%A3o

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Estratégias para uma melhor interação

Para que haja uma melhor interação e colaboração entre os participantes de comunidades virtuais ou de ferramentas tecnológicas, é necessário que se estabeleçam algumas estratégias como:
→Combinar com o tutor/professor quantas vezes por semana ele irá acessar o fórum, para manter-se bem informado;
→Apresentar normas de como os participantes devem se portar no ambiente;
→Arquivar os fóruns, para posterior leitura e melhor entendimento tendo mais tempo para refletir sobre as escritas;
→As discussões devem ser bem desenvolvidas e moderadas;
→Possibilitar um tempo para que os participantes possam refletir sobre as questões abordadas antes de postar novas mensagens;
→Proporcionar aos participantes diálogos com especialistas nas áreas estudadas;
→Promover fóruns, chats, wiki e blog, visando debates sobre diversos assuntos, buscando a interação sobre diferentes pontos de vista aumentando as discussões;
→ Criação de fóruns para falar sobre questões administrativas;
→Dividir os participantes de um chat, por exemplo, em pequenos grupos para que consigam interagir de forma significativa, pois quando há muitas pessoas, as vezes a comunicação fica difícil ;
→Disponibilizar um fórum social, para que os participantes possam conhecer-se ‘melhor’, sabem um pouco mais sobre o outro que conheço virtualmente, afinal somos seres humanos e precisamos de um contato mais próximo.
Acredito que seguindo as estratégias destacadas, os participantes poderão interagir e colaborar de forma mais ampla e significativa, aumentando e potencializando a construção do seu conhecimento, pois este é responsável pela sua aprendizagem, portanto e cabe a eles interagir nos AVA e perceber que passou de um nível menor de aprendizagem para um nível maior, o crescimento dependerá do seu interesse e disponibilidade, pois os conteúdos são disponibilizados e mediados por professores qualificados para trabalhar em cursos a distância.

Eliza Dall’ Agnese Pires – Pólo Três de Maio

segunda-feira, 24 de maio de 2010

video no You tube

Acessem ao video no You Tube, ele fala sobre a nova geração 2.0, faz com que reflitamos sobre o perfil de nossos alunos.
Espero que gostem!

http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg&eurl=http%3A%2F%2Ftdeduc%2Ezip%2Enet%2F